sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Desabamento RJ, análise das causas.

Muitos estão debatendo possíveis causas para o desabamento dos prédios da avenida 13 de Maio  na cidade do Rio de Janeiro. Muito se falou e talvez nunca se comprove nada, mas aproveito a oportunidade para lembrar aqui alguns fatores que podem ter sido determinantes para essa tragédia, e cujas relações com esta e outras obras são bastante frequentes.
sempre critiquei a questão de fazerem reformas sem a contratação de arquitetops ou engenheiros. isto por que, mesmo que não sejam reformas estruturais, alguns procedimentos técnicos devem ser seguidos, e muitas vezes o nosso prático "faz tudo" não se lembra destes pequenos detalhes.
Dizer o obvio é sempre válido. A princípio não se deve mexer em fechamentos, a menos que sejam de divisórias leves - tipo gesso, por exemplo. Isso por que hoje, com a diferença dos sistemas construtivos, é praticamente impossível discernir apenas por ser "laje, pilar ou viga" se o que queremos fazer compromete ou não a estrutura da edificação. Hoje existem blocos estruturais que permitem construir prédios muitos mais altos do que 20 andares, ou seja, não mexa se você não entende, ou se não tem documentos que comprovem que esta parede é apenas fechamento mesmo.
Outra coisa, puxadinhos, nunca são bem vindos. Projete já considerando a possibilidade de expansão. Diga isso claramente ao profissional que contratar para fazer os projetos. Acréscimos não calculados originalmente geralmente são engodos "para inglês ver". Sempre dizem que dá, mas ninguém vai atra´s do engenheiro ou do arquiteto se der algum problema... e sim, eu disse arquiteto, por que aos desaviados, eu esclareço, arquitetos podem fazer projetos estruturais... e não, não é só para edificações até 4 pavimento, isto é uma lenda urbana. Arquiteto aprende sim a calcular estruturas de concreto!
Mas voltemos à tragédia do Rio, por que este post não quer fazer piada sobre o assunto, quer sim, avisar. Alguém repaou no represetnante do Crea, falando sobre como não existia caçamba no prédio, e que isso ipede a fiscalização do Crea, pois não têm como ver onde as obras estão sendo realizadas? pois pasmem que isto sim, pode ter sido a gota dágua para o prédio cair.
Quando são feitos proejtos estruturais, são utilizados coeficientes de segurança, justamente para poder suportar determinadas cargas acidentais. Só que isto não quer dizer que você pode colocar tudo abaixo e juntar num cantinho para tirar depois por que isto sobrecarrega as lajes podendo causar a sua ruptura. Voltemos ao prédio do Rio e se lembrarmos todas as infromações sobre acréscimos, e mais as obras, fica inevitável imaginar que uma sobrecarga pode ter causado o colapso do prédio.
Ao ver o vídeo abaixo, na rede record, pude ver imagens interbnas das obras da empresa T.O e observar a quantidade de "pilhas" de entulho. Montes bem significativso em tamanho. Na verdade de um tamanho que nunca se deveria deixar chegar!



Então, aqui fica a dica. Mesmo que seja uma reforma pequena, contrate um responsável técnico. Cesmo que seja a adequação de um layout, cobre  a ART ou RRT do seu engenheiro/arquitetos.
E aos CREA e CAU (Conselhos de Engenharia e Arquitetura), eu gostaria de exigir o seguinte, não basta só ter ART ou RRT, tem que fazer correto. Quando fizerem fiscalizações, observem para combater também os absurdos. Por que para fiscalizar não basta só cobrar a taxinha da ART/RRT, tem que cobrar fazer direito também. Não adianta entrar numa obra que tem ART/RRT e todo mundo está trabalahndo sem EPI (equipamento de proteção individual) e dizer que "tá OK". Ver o cara fazendo um muro de contenção errado.... e deixar para cobrar quando cair... temos que valorizar mais a vida, por que o erro, como pudemos ver neste caso do Rio de janeiro, pode se tornar uma tragédia.

Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Orientações sobre registro de empresa - pessoa jurídica no CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo).

A todos que estão tentando ajudar a CAU a funcionar. por que não funcinar e só criticar não ajuda a melhorar a todos. Ontem conseguimos contato com o 0800 e repasso aqui as informações que obtive pois me parece que agiora, toda a ajuda será bem vinda. E acho que pode ajudar quem tem empresa de arquitetura a fazer a transição do CREA para a CAU:
Me passaram um procedimento de cadastro de empresa que repasso aqui se alguém tiver interesse. Enviar e-mail para dev@caubr.org.br enviando o contrato social da empresa, a certidao antiga de registro no crea e o cartão cnpj. pra ajudar, deve-se revalidar a ART de cargo e função como RRT.
Eu já fiz e estou aguardando. me informaram que o prazo deste procedimento é de 7 dias. Vamos ver se funciona. Contando desde 01/02/2012!
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Plano Conceitual para Orla: Novidades e mais uma polêmica com o dinheiro do contribuinte.

Para quem acha que a notícia da contratação do arquiteto e urbanista Jaime Lerner pode vir a se tornar uma nova polêmica, siga lendo o post pois a coisa parece que tem que esquentar. A população deve brindar os novos projetos mas para isso não precisa rasgar o dinheiro público.
Obtive no site da própria prefeitura, em consulta ao Diário Oficial, a confirmação dos valores envolvidos, um total de R$ 2.107.606,32 (Dois Milhões, Cento e Sete Mil e Seiscentos e Seis Reais e Trinta e Dois Centavos) para  realização de um Plano Conceitual do Parquie Urbano da Orla do Guaíba no Trecho compreendido entre a Usina do GasÔmetro a norte, o arroio Cavalhada ao sul, as avenidas Edvaldo Pereira Paiva, Icaraí, e Diário de Notícias a Leste e o Lago Guaíba a Oeste, e os Projetos Executivos, com aproximadamente 56,7 hectares.


Daí alguém poderia perguntar, tá, mas isto é barato ou caro? Para a gente ter uma noção de preço, consultei um site que não deve dar algo tão distante da realidade de mercado, um site que todos podemos consultar do IAB-ES. Para a minha total surpresa, em uma simples consulta, inserindo um valor de 20% de BDI para Lucro mais 25% de impostos, o total para fazer todas estas etapas somaria pouco mais de  R$ 761.000,00 (Setecentos e Um Mil Reais), menos da metade... tudo bem que o Jaime Lerner é reconhecidamente um profissional diferenciado, mas será que é TÃO diferenciado assim?

Fica aqui o manifesto de que uma licitação poderia ter economizado muito aos cofres público. Não só isso, considerando que o prazo de execução do contrato é de 150 dias, continuo aguardando quando o sr. arquiteto dará voz aos seus clientes, a população. Aliás, continuo aguardando na real um super projeto, por que por este valor, tem que ser, hein?

Ah... apenas mais um detalhes. Após mais algumas informações, entendi o porque da SPM estar meio de lado neste processo, deixando a coordenação para o GDA e SMAM. O coordenador do GT Orla é o arquiteto Marcelo Allet, aquele que estava envolvido nos processos de retirada de várias árvores da praça da Alfândega, bem como da Praça Otávio Rocha.

Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos

CAU - até quando as empresas ficaram impedidas de trabalhar...

Caros colegas de profissão, a CAU, fecha hoje 1 mês de existência e inexistência. Explico melhor para quem não entendeu, as empresas como a nossa estão impossibilitadas de emitir RRT´s, ou seja não posso dar continuidade nos serviços.
Tentei hoje novamente entrar no sistema CAU, para emitir as minhas RRT´s, e quando fui tentar preencher os dados da minha empresa os campos: Registro Nacional, CNPJ, Razão Social e Objetivos da Empresa estavam bloqueados, mas quando tento alterar os dados que estavam vazios a minha surpresa os campos bloqueados eram obrigatórios, ou seja fiquei preso em um loop sem fim, não posso alterar os dados pois não tenho acesso aos campos e não posso usar os dados do sistema pois estavam todos em branco, parece piada...
Ai eu pergunto quem vai pagar o meu prejuízo?
Tentei editar o endereço e:
Deu problema novamente mas desta vez foi direto...

Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Nova Orla, de onde saiu e onde foi parar o GT Orla?

Não acreditei quando vi as notícias com as imagens da Nova orla do Gasômetro, projetada pelo arquiteto e urbanista Jaime Lerner, publicadas no jornal Metro. Simplesmente pelo fato de que ninguém estava sabendo disto. Convido o pessoal do Movimento em Defesa da Orla a contribuir com este blog em busca de novidades, por que não faço idpéia de como se deu esta contratação. Nem fiquei sabendo de concorrencia ou nada parecido, em especial considerando os valores envolvidos com um projeto deste porte. E as comunidades, será que terão vez... novamente um processo de porte significativo começa sem que o cliente final, a população, seja ouvido...


Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos

Guarda-corpo x Guard-Rail. Polêmica termina demonstrando que a solução é não seguir as normas!

Após a liberação do resultado sobre o Concurso promovido pelo IAB-RS sobre o quard rail/guarda corpo da avenida Ipiranga, em Porto Alegre, o resultado, a mim é que cada vez mais a classe de arquitetos demonstra valorizar única e exclusivamente aspectos estéticos, deixando aos engenheiros ajustarem seus projetos aos parâmetros técnicos e de custos vigentes no mercado profissional.
Com a divulgação do resultado escolhendo pela proposta que utiliza plástico PET como sendo algo "barato", podendo ser realizado ao custo de R$ 150,00 o metro linear (custo imposto pelo edital do concurso - http://www.iab-rs.org.br/noticia.php?id=1469&PHPSESSID=a9394df222f8b2d204d4234d07127edf) me pergunto até quando a postura será a de aceitar a informação, por mais absurda que seja, aos custos do dinheiro dos cofres públicos. Por que comprovação, não houve alguma. Assisti a apresentação e percebi que muito se falou em fábricas fornecedoras, sem citar nomes. muito se falou em consulta a profissionais da UFRGS, também sem mencionar os consultores. E ao término imaginei que alguém consultaria a veracidade de se obter o produto de forma tão fácil. Em uma rápida consulta à internet, ao site da ABIPET - Associação Brasileira da Indústria de PET (http://www.abipet.org.br/index.html?method=mostrarInstitucional&id=72), nada sequer parecido com o proposto é encontrado. Seria por que não existe tal viabilidade, a de usar PET para tal fim? Ou a proposta é de usar um produto inédito cujos custos de reposição acabam por ser sempre altíssimos, totalmente contrário às disposições do próprio concurso:
"A ideia deverá apresentar uma previsão de custo de manutenção e reposição. Referente à manutenção e reposição, a Prefeitura deve deter as técnicas correlatas a estes processos;"

Mais estranho é que o autor tenha falado uma coisa e escrito outra, afinal, embora o mesmo considere mais adequado e resistente o PET e descarte o uso da madeira por ter como tratamento produtos que são "veneno" (conforme sua apresentação oral), o que escreve na prancha de apresentação do seu projeto não é bem isto. Cita a almofada em PEAD e a estrutura em madeira, podendo ser substituída por plástico reciclável... ora, onde fica o veneno então? E é PET ou PEAD?

Continuando o trabalho de pesquisa também observei que para esta eventual produção por retromoldagem, o PEAD (Polietileno de Alta Densidade) e o PTEF (politetrafluor etileno) são materiais usuais utilizados no processo, ainda não encontrei o PET. Neste caso existe o custo do molde, que deve ser considerado não necessariamente no projeto de implantação (pois se dilui no todo) mas no de reposição, obrigatoriamente, pelo custo para pequenas quantidades.

Para quem tem interesse no assunto, segue alguns sites pesquisados e que mostram que embora a recilagem do plástico esteja bastante avançada para uma série de segmentos, o relatado pelo autor do projeto parece bastante distante da realidade.
http://www.ecopipe.com.br
http://www.plasticomoderno.com.br/revista/pm314/rotomoldagem3.htm
http://www.mastermodel.com.br/mastermodel/rotomoldagem.html
http://www.tubopead.com.br/

Mas aqui, considero que o IAB, como organizador e entidade técnica, avalizou a solução proposta. Deste modo, também considero como contribuinte, que o custo final deve ser claro e aberto a todos. Mesmo por que o IAB quer que a avenida Ipiranga como um todo seja objeto de concurso público. Neste caso, chamo tanto o IAB quanto os profissionais a comprovarem que seu custo ficará limitado aos R$ 150,00 por metro linear - custo do produto instalado com BDI, por que qualquer orçamento requer comprovação técnica de sua exequibilidade. Dizer somente não basta, pois tratará com dinheiro público.

Destaco aqui apenas mais uma consideração sobre o processo. segundo o concurso o projeto deveria:
Diretrizes Técnicas
7.1.1. Observar a seguinte legislação: NBR 14718 (2008); DNIT Publicação IPR - 740 (2010); e AASHTO Guide for the Planning, Design, and Operation of Bicycle Facilities (2010), assim como, as normas, literaturas e afins que estas aqui citadas remeterem
 .
Mas segundo esta norma, a NBR 14718, o espaçamento entre os perfis do quada-corpo não deve ser superior a 11cm! algo que o projeto claramente não obedece.
Daí eu pergunto, se o custo não foi comprovado e a proposta não seguia as Normas, como é que o projeto foi selecionado?

Pergunto como participante que fui do concurso e para quem o atendimento às normas é padrão mínimo  para a execução de qualquer projeto, algo que as licitações cobram e ao que parece os concursos não. Como então o IAB pretende querer  fazer um concurso maior, se no detalhe, não consegue seguir o mínimo? Para quem não entendeu, esta regra desta NBR evita que pessoas caiam pelo quarda-corpo. Ao que parece os avaliadores preferem o "Belo" ao seguro, preferem ver os ciclistas dentro do arroio do que protegidos deste. Eu sei que em projetos, menos é mais, mas a situação ocorrida, a mim, apenas descredencia o IAB como entidade avaliadora.

Para quem quer maiores detalhes dos projetos, clique nas imagens abaixo:





Arquiteta e Urbanista Eliana Hertzog Castilhos

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Ecologia - Sacolas Plásticas

   Mais uma vez o Brasileiro prefere proibir a educar...


   Quantas leis existem no Brasil que não são cumpridas? Eu não sei mas posso dizer que pode estar se criando outra. Ao invés de educar a população a solução foi proibir as sacolas plásticas nos supermercados. Será que isso foi a melhor opção? Pelo menos entre meus conhecidos os quais convivo a sacola plástica era utilizada de forma racional e inteligente.
   Quem não reutiliza as mesmas para o descarte do lixo, no meu caso segunda, quarta e sexta com orgânico e na quinta e sábado com o reciclável. Elas eram um substituto ao saco de lixo, que também é plástico, apenas não entendo o que realmente estamos ganhando com isso.
   Reproduzo a reportagem do Estadão para que vocês tenham acesso a opinião de outras pessoas:


   "Consumidor não foi ouvido sobre fim das sacolas plásticas em supermercados, Acordo entre empresas e governo de SP deve banir a sacola plástica de 90% das redes
   A partir desta quarta-feira, 25, o consumidor vai ter de adicionar um item à sua trivial comprinha de supermercado: além do cartão de crédito e da lista de compras, terá de levar de casa recipientes para substituir as famigeradas sacolas plásticas.
  O acordo que deve banir a sacola plástica de quase 90% das redes foi assinado entre a Associação Brasileira de Supermercados (Apas) e o governo do Estado de São Paulo em maio de 2011.
“É louvável que a Apas tenha tomado a iniciativa, mas o Idec entende que não ocorreu o devido processo de conscientização e informação necessário para que o consumidor cumpra sua parte”, opina Lisa Gunn, coordenadora executiva do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).
Segundo ela, a ideia de responsabilidade compartilhada - que norteia a Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS) - inclui a construção de soluções de forma também compartilhada, o que não ocorreu, pois o consumidor não foi incluído no processo.
“O consumidor está cheio de dúvidas. Desde as mais simples, como se deve ou não embalar detergente junto com comida, até questionamentos sobre o valor das sacolas biodegradáveis, que serão fornecidas a R$ 0,19. De onde vem esse valor? Quanto custava a outra sacola, cujo valor estava embutido nos produtos? Esse valor de R$ 0,19 vai subsidiar a compra das sacolas reutilizáveis? Nada disso foi explicado”, afirma ela.
De acordo com o diretor de sustentabilidade da Apas, João Sanzovo, pode acontecer de algumas pessoas não quererem aderir à campanha. “Pode ocorrer, mas, pela experiência que tivemos em Jundiaí, é uma minoria, que não quer sair de sua zona de conforto. Mas, de fato, algumas pessoas vão precisar de ajuda e informação para abandonar a cultura do descarte.”
Opções. Entre as opções que o consumidor terá nos pontos de venda estão as sacolas de algodão, de PET, de ráfia e de polipropileno (todas reutilizáveis), além dos carrinhos de feira (de tecido ou comuns). Mas os especialistas dizem que o melhor é trazer sacolas de casa, pare evitar a compra desnecessária.
“Essa ideia de ter de comprar sacola não corresponde bem à realidade. Todo mundo tem em casa suas sacolas guardadas. Até mesmo aquelas bolsas de palha que se usa para ir à praia podem ser usadas para compras. Ele só vai ter de comprar se esquecer. E se comprar, será uma vez só”, diz a gerente de consumo sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Fernanda Daltro.
Sanzovo, da Apas, diz que há uma hierarquia para as opções. “A primeira providência é trazer de casa. Se não trouxer, o caixa vai oferecer a biocompostável. Se ele não quiser comprar a biocompostável, a loja oferecerá caixa de papelão. Não vamos deixar ninguém sair da loja com as compras sem embalagem.”
Lisa Gunn, do Idec, diz que a falta de clareza pode criar uma tendência de se rechaçar a medida. “Temos de entender que o processo de consumo sustentável passa pela informação, conscientização e educação do consumidor. Se ele tiver de comprar saco de lixo para pôr no banheiro, há de se perguntar em que o saco de lixo é diferente da sacolinha. Essa resposta não foi dada.”

   Os questionamentos mais importantes para nós consumidores são: Teremos desconto por não utilizar as sacolas plásticas? Foi analisado a diferença entre utilizar as sacolas e os sacos de lixo tradicionais? Não seria mais interessante e efetivo concientizar a população em separar o lixo ao invés de proibir o uso de um produto, poderiamos agregar muito mais à sociedade?


Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan