Mais um projeto realizado em estrutura metálica pela equipe da CUBBOS Consultoria, coordenado pelo Arquiteto e Urbanista Alan CristianTabile Furlan.
A estrutura desenvolvida e projetada em diversas partes, previu a velocidade na sua execução, e neste modelo espacial demonstramos através de cores a repetição das mesmas peças dentro da estrutura geral.
O video foi utilizado com intuito de facilitar a compreensão dos executores da mesma.
O projeto foi realizado em conjunto com a empresa Engeplus engenharia e consultoria ltda, para a Prefeitura de Porto Alegre.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
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terça-feira, 22 de maio de 2012
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Os estudos para prédio comercial também contemplam videos animados, para a melhor compreensão do projeto, segue um trecho do video em estudo para o Projeto citado no Post:
arquitetura comercial em estudos
Aproveito para inserir outras imagens:
As inumeras tecnologias inseridas neste projeto buscam uma unidade sustentável, e tem se por meta a certificação total do empreendimento para tanto trabalhamos com as seguintes características:
brise para a contenção solar;
zenital para a iluminação natural;
arquitetura interna com favorecimento da ventilação natural;
paineis fotovoltaícos para produção de energia elétrica;
reaproveitamento de águas pluviais;
utilização de materiais regionais para diminuição da emissão de carbono;
utilização de pavimento com permeabilidade ampliada;
prédio 100% acessível;
Entre muitos outros fatores de projeto.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
arquitetura comercial em estudos
Aproveito para inserir outras imagens:
As inumeras tecnologias inseridas neste projeto buscam uma unidade sustentável, e tem se por meta a certificação total do empreendimento para tanto trabalhamos com as seguintes características:
brise para a contenção solar;
zenital para a iluminação natural;
arquitetura interna com favorecimento da ventilação natural;
paineis fotovoltaícos para produção de energia elétrica;
reaproveitamento de águas pluviais;
utilização de materiais regionais para diminuição da emissão de carbono;
utilização de pavimento com permeabilidade ampliada;
prédio 100% acessível;
Entre muitos outros fatores de projeto.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
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quarta-feira, 29 de junho de 2011
Projeto sustentável com produção de energias alternativas
A CUBBOS Consultoria Ltda, produziu um projeto de prédios residenciais para concurso público, neste projeto reunimos a arquitetura tradicional com diversos elementos que buscavam a sustentabilidade os quais destacamos a produção de energia alternativa através do revestimento em paineis fotovoltaícos e as turbinas eólicas na cobertura aproveitando a sua grande altura de 120 metros das edificações residencias.
Ainda utilizamos a tecnologia dos brises aliado a duas situações de projeto a ampliação das lajes fazendo linhas brancas salientes, e a utilização de paineis de madeira tratada para a realização do escurecimento dos dormitórios.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
Ainda utilizamos a tecnologia dos brises aliado a duas situações de projeto a ampliação das lajes fazendo linhas brancas salientes, e a utilização de paineis de madeira tratada para a realização do escurecimento dos dormitórios.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
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O futuro que eu quero ver.
Eu sempre gostei do uso de vidro na arquitetura, mas este video da Corning realmente surpreende.
A Day Made of Glass... Made possible by Corning.
As possibilidades de utilização imaginadas são fantásticas, e demontra que a criatividade do ser humano é enorme e que ainda temos muito o que desenvolver.
O vídeo é um pouco longo mas vale cada segundo por que as idéias são fascinantes.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
A Day Made of Glass... Made possible by Corning.
As possibilidades de utilização imaginadas são fantásticas, e demontra que a criatividade do ser humano é enorme e que ainda temos muito o que desenvolver.
O vídeo é um pouco longo mas vale cada segundo por que as idéias são fascinantes.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Iluminação na Arquitetura: LED ou OLED (novidades)
Os LED´s Orgânicos são as novidades no ramo da Iluminação Arquitetônica. A nova geração da tecnologia da iluminação das edificações já chegou, mal os LED´s entraram no mercado brasileiro e a sua nova geração já esta sendo lançado. Segue abaixo um artigo que foi publicado no site ARCOWEB.
LEDs orgânicos criarão paredes virtuais
Uma nova geração de leds - os oleds (diodos orgânicos emissores de luz) - começa a revolucionar alguns setores industriais e em breve deve estar presente também na arquitetura. Com eles será possível, por exemplo, fazer surgirem paredes de luzes coloridas no meio de um escritório, criando uma minissala de reuniões cujo interior não será visível para quem estiver do lado de fora. O oled é chamado de orgânico porque sua base se constitui de polímeros, material composto por moléculas de carbono que emitem luz ao receber carga elétrica. “Não se trata de uma coleção de pontos individuais, como os leds, mas de uma superfície uniforme geradora de luz”, explica Guilherme Sartori, gerente do Departamento de Semicondutores Óticos da Osram. Componentes orgânicos podem ser depositados nos polímeros. Estes, em geral, pertencem à família dos termoplásticos (plásticos) ou dos termoendurecíveis (termofixos), o que garante, entre outras características, a flexibilidade e a transparência das peças.
Os oleds vêm sendo utilizados em monitores e displays de pequeno porte, como câmeras digitais, celulares, televisores e painéis de instrumentos em veículos, entre outras aplicações. Para os modelos atuais, não flexíveis, emprega-se um vidro transparente nas faces externas do display. Entre seus atributos estão alto brilho, excelente qualidade de imagem e baixo consumo de energia. Para Sartori, a ficção científica está cada vez mais próxima da realidade. De acordo com recentes pesquisas da área de semicondutores óticos da Osram, o estágio atual da tecnologia é pequeno se comparado ao que está para acontecer. Será possível usar oleds como fontes de luz flexíveis ou transparentes, garante Sartori. A tecnologia que permitirá a luz flexível utilizará nanotubos de carbono para a fabricação das camadas condutoras. Estudos nesse sentido vêm sendo desenvolvidos por cientistas da Universidade de Montreal, no Canadá, conforme informa artigo no site www.inovacaotecnologica.com.br.
Outra diferença em relação à iluminação convencional é a fonte geradora de luz. Será possível produzir oleds não apenas muito finos, mas também manipuláveis da maneira mais conveniente, transformando-os, por exemplo, em telas de televisão com pequena espessura - já há algumas aplicações desse tipo, com meio ou um centímetro, segundo Sartori. Também está em estudo seu emprego na indústria automotiva, integrando todos os elementos que compõem a iluminação dentro do pára-brisa.
A utilização desse material carece de viabilidade financeira atualmente, mas terá condições de se difundir em futuro próximo. Especialistas prevêem que esse mercado deverá valer milhões já em 2015. O primeiro passo para a utilização dos oleds foi dado pelo designer alemão Ingo Maurer, conhecido por fazer da iluminação uma obra de arte. Na Light & Building 2008 - uma das maiores feiras mundiais do setor, realizada na Alemanha, em paralelo com a brasileira Expolux -, ele apresentou a luminária Early Future, com vida útil de aproximadamente 2 mil horas. Para que projeto, Maurer utilizou placas com área de 132 x 33 milímetros para uma luminosidade de 1.000 cd/m2 (cd é a sigla de candela, unidade de medida de intensidade luminosa). “A idéia é fazer placas de grandes dimensões a partir de oleds”, diz Sartori, para quem a Early Future é uma visão que se tornou realidade. “Ela nos dá uma breve idéia de como os oleds podem ser versáteis em termos de design e aplicações”, completa. Segundo o próprio Maurer, “a Early Future representa um estágio importante na transição do objeto abstrato para a iluminação funcional projetada”.
Abaixo segue algumas imagens Postadas para melhor entendimento e exemplificação:
Esquema da montagem do OLED.
Placas de OLED em luminárias.
Ambiente com as placas aplicadas.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
LEDs orgânicos criarão paredes virtuais
Uma nova geração de leds - os oleds (diodos orgânicos emissores de luz) - começa a revolucionar alguns setores industriais e em breve deve estar presente também na arquitetura. Com eles será possível, por exemplo, fazer surgirem paredes de luzes coloridas no meio de um escritório, criando uma minissala de reuniões cujo interior não será visível para quem estiver do lado de fora. O oled é chamado de orgânico porque sua base se constitui de polímeros, material composto por moléculas de carbono que emitem luz ao receber carga elétrica. “Não se trata de uma coleção de pontos individuais, como os leds, mas de uma superfície uniforme geradora de luz”, explica Guilherme Sartori, gerente do Departamento de Semicondutores Óticos da Osram. Componentes orgânicos podem ser depositados nos polímeros. Estes, em geral, pertencem à família dos termoplásticos (plásticos) ou dos termoendurecíveis (termofixos), o que garante, entre outras características, a flexibilidade e a transparência das peças.
Os oleds vêm sendo utilizados em monitores e displays de pequeno porte, como câmeras digitais, celulares, televisores e painéis de instrumentos em veículos, entre outras aplicações. Para os modelos atuais, não flexíveis, emprega-se um vidro transparente nas faces externas do display. Entre seus atributos estão alto brilho, excelente qualidade de imagem e baixo consumo de energia. Para Sartori, a ficção científica está cada vez mais próxima da realidade. De acordo com recentes pesquisas da área de semicondutores óticos da Osram, o estágio atual da tecnologia é pequeno se comparado ao que está para acontecer. Será possível usar oleds como fontes de luz flexíveis ou transparentes, garante Sartori. A tecnologia que permitirá a luz flexível utilizará nanotubos de carbono para a fabricação das camadas condutoras. Estudos nesse sentido vêm sendo desenvolvidos por cientistas da Universidade de Montreal, no Canadá, conforme informa artigo no site www.inovacaotecnologica.com.br.
Outra diferença em relação à iluminação convencional é a fonte geradora de luz. Será possível produzir oleds não apenas muito finos, mas também manipuláveis da maneira mais conveniente, transformando-os, por exemplo, em telas de televisão com pequena espessura - já há algumas aplicações desse tipo, com meio ou um centímetro, segundo Sartori. Também está em estudo seu emprego na indústria automotiva, integrando todos os elementos que compõem a iluminação dentro do pára-brisa.
A utilização desse material carece de viabilidade financeira atualmente, mas terá condições de se difundir em futuro próximo. Especialistas prevêem que esse mercado deverá valer milhões já em 2015. O primeiro passo para a utilização dos oleds foi dado pelo designer alemão Ingo Maurer, conhecido por fazer da iluminação uma obra de arte. Na Light & Building 2008 - uma das maiores feiras mundiais do setor, realizada na Alemanha, em paralelo com a brasileira Expolux -, ele apresentou a luminária Early Future, com vida útil de aproximadamente 2 mil horas. Para que projeto, Maurer utilizou placas com área de 132 x 33 milímetros para uma luminosidade de 1.000 cd/m2 (cd é a sigla de candela, unidade de medida de intensidade luminosa). “A idéia é fazer placas de grandes dimensões a partir de oleds”, diz Sartori, para quem a Early Future é uma visão que se tornou realidade. “Ela nos dá uma breve idéia de como os oleds podem ser versáteis em termos de design e aplicações”, completa. Segundo o próprio Maurer, “a Early Future representa um estágio importante na transição do objeto abstrato para a iluminação funcional projetada”.
Abaixo segue algumas imagens Postadas para melhor entendimento e exemplificação:
Esquema da montagem do OLED.
Placas de OLED em luminárias.
Ambiente com as placas aplicadas.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Certificação fazer ou não fazer?
Já fazem alguns meses que os nossos clientes veem trazendo este questionamento sobre a necessidade de certificar os seus empreendimentos e desta forma nossos projetos também, sendo assim resolvemos postar uma parte de uma reportagem da Revista Arquitetura e Construção - Caderno Especial: Construção Sustentável, de dezembro de 2010. E claro tecer nossos comentários sobre o que consideramos mais importante.
Quanto custa certificar? Por Giuliana Capello.
Essa é a pergunta que todo empreendedor faz quando o assunto são os selos de greenbuilding para edifícios. Mas, afinal, que conta é essa e quem paga por ela?
Já faz algum tempo que a economia global acordou para um fato importante: buscar sustentabilidade é também zelar pelos negócios. Em 2006, o economista britânico Nicholas Stern parou o mundo ao apontar as emissões de CO2 como a principal causa do aquecimento global e sugerir que, se nada for feito, o planeta sofrerá catástrofes ambientais da ordem de 20% do PIB mundial até 2050 (algo hoje em torno de US$ 10 trilhões). Os números são impressionantes - ainda mais no caso da construção civil. "O setor consome 40% de todos os recursos naturais do planeta", lembra Luiz Henrique Ferreira, da Inovatech Engenharia, de São Paulo. O Conselho de Green Building dos Estados Unidos (USGBC) credita ao segmento absorção de 40% da energia produzida no mundo e 30% do uso da água potável do globo.
A fama de vilão, porém, pode mudar se os agentes souberem transformar urgência em oportunidade. É nisso que apostam os pioneiros do greenbuilding no Brasil. "O mercado está exigindo prédios mais eficientes, que se mantenham atuais por mais tempo. Triple A [prédio corporativo de alto padrão] com certificação, por exemplo, é obrigatório", diz Luis Fernando Bueno, diretor de operações para terceiros da Gafisa. Fabiana Perez, gerente da JHSF, resume: "A sustentabilidade vai pelo caminho da ISO 9000. Quem não tiver a certificação ficará de fora".
Até esse ponto já podemos observar que o mercado esta mudando e agora ele esta exigindo mais das empresas de projeto, elas precisam ser eficientes mas também antenadas nas novas tecnologias, tecnologias essas que além de possuirem bons custos também deveram estar alinhadas com o conceito de sustentabilidade.
SIM, CONSTRUIR PARA TER SELO VERDE CUSTA UM POUCO MAIS.
Esse extra depende dos hábitos de trabalho de cada empreendedor. "Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostrou que o desperdício numa obra atinge de 11 a 15% do seu custo. Já os diferenciais de sustentabilidade, que imprimem qualidade ao empreendimento, representam um desembolso de 5 a 10% do valor total", afirma Nelson Kawakami, diretor-executivo do Green Building Council Brasil, o GBC. Para Luiz Henrique Ferreira, o valor desse investimento depende da linha de base da construtora. "Se ela mantém bons contratos trabalhistas, compra materiais com nota fiscal e faz a gestão dos resíduos, não vai gastar muito mais para ser sustentável", fala. E segue: "quanto antes se pensar no assunto, menor será o custo, pois muitos itens poderão ser incorporados na arquitetura, e não na forma de equipamentos de ponta para remediar falhas de projeto".
• 40% de todos os recursos naturais disponíveis no planeta são consumidos pelo setor da construção civil.
• Para ter um produto sustentável, 48% dos consumidores brasileiros aceitariam pagar até 10% mais.
• 5% do custo total da obra é o investimento médio que as construtoras estão fazendo nos prédios verdes.
O que vejo ser muito importante e não destacado até aqui é o fato de se o seu empreendimento consegue diminuir o desperdício no fundo ele também esta sendo sustentável, pode parecer uma obviedade mas o desperdício em obras no Brasil é um verdadeiro absurdo.
E SE O QUE IMPORTA SÃO OS BENEFÍCIOS PARA O EMPREENDEDOR...
Está por um fio o discurso de que não vale a pena investir um pouco mais porque quem se beneficia são os usuários, e não quem constrói. Numa pesquisa realizada este ano pela consultoria americana Penn, Shoen & Berland Associates (PSB), 73% dos brasileiros garantem que gastariam mais consumindo produtos ecologicamente corretos. Outro levantamento feito aqui, pelo grupo francês Havas, mostrou que 48% estariam dispostos a pagar até 10% mais por um produto sustentável. "Isso já está acontecendo com os clientes corporate, que só querem saber de prédios eficientes", conta Marcelo Takaoka, presidente do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS). Com compradores mais exigentes, já é possível elevar um pouco o preço de venda, apostando na demanda de greenbuilding e na tendência de queda do valor do condomínio causada pela redução no consumo de água e energia na operação do imóvel. "Sem falar que o construtor ganha em velocidade de venda e gasta menos com estandes, vendedores e material de publicidade, o que reflete na taxa de retorno do empreendedor e na imagem da empresa", diz Paola Figueiredo, vice-presidente executiva do Grupo SustentaX.
O benefício para o empreendedor é claro: melhor empreendedor é quem constroí o que tem de mais moderno; melhor o empreendedor que esta ligado a proteção do meio ambiente; melhor o empreendimento que gasta menos para ser mantido; melhor o empreendimento que já foi certificado.
QUANDO O INVESTIDOR É O FUTURO USUÁRIO.
Os especialistas são categóricos: ao longo de sua vida útil, 80% do custo total de um edifício equivale à etapa de operação e apenas 20% à de construção. Isso significa que quem investe um pouco mais para ampliar a ecoeficiência do empreendimento do qual será também usuário obtém retorno rápido por meio da redução dos gastos operacionais, principalmente com água e energia. "A Valia, fundo de pensão da Vale, só comprou metade de um prédio do Cidade Jardim Corporate Center [em obras em São Paulo] porque ele tem certificação AQUA, o que deverá manter o prédio valorizado e gastando menos com manutenção", conta Manuel Martins, coordenador do Processo AQUA, da Fundação Vanzolini. Em números gerais, a estimativa de redução do consumo de água num edifício certificado é de 30% (em razão dos metais sanitários economizadores e dos sistemas de reúso). Já a queda no consumo de energia gira em torno de 15%, graças a soluções de arquitetura, materiais de alto desempenho e equipamentos mais eficientes. "Construir para administrar e ser usuário é tendência entre os prédios certificados, ainda mais no caso dos corporativos", avalia Nelson Kawakami, do GBC Brasil.
Infelizmente este conceito ainda não é muito difundido no Brasil, mas por isso estamos divulgando aqui, tentando demonstrar tudo que se pode fazer.
ALUGUEL MAIOR E CONDOMÍNIO MENOR
Esses dois aspectos parecem compor o mantra dos empreendimentos certificados. Geraldo Bernardes, diretor de Sustentabilidade da vice-presidência de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP, esteve nos Estados Unidos para um encontro sobre o tema. "Voltei com números importantes para o mercado, que devem estimular a busca pela certificação", relata, referindo-se a pesquisas do Institute of Real State Management (IREM). Segundo a entidade, prédios verdes americanos tiveram queda no custo do condomínio de 13,6% entre 2005 e 2008. Já o valor desses edifícios - residenciais e comerciais - subiu 10,9%. O preço do aluguel também indica bons ventos para as versões de imóveis sustentáveis: chegam a custar até 25,7% mais. "O mercado está caminhando rapidamente nessa direção e, para os empreendedores, o argumento de marketing é enorme", afirma Geraldo. "Até hoje só se falava em custo extra, mas a partir de agora os players [agentes do mercado] vão enxergar os benefícios que eles podem ter com a certificação", completa. Esse é o caso do Eldorado Business Tower, em São Paulo, cujo valor do aluguel chega a ser 20% maior do que o dos vizinhos similares não certificados. O condomínio, por sua vez, custa hoje metade do que se pagaria num Triple A mais convencional: R$ 9,35 o m², contra até R$ 20 o m². "Sei do caso de um prédio novo que teve de passar por uma reabilitação porque não conseguia ser alugado. Aos poucos, os projetos ineficientes estão sendo rejeitados pelo mercado", comenta Marcelo Takaoka.
São Paulo já demonstra isso em diversos empreendimento imobiliários os maus projetos estão sendo refeitos pois o mercado começa a ver o que existe de bom e o que não passou no crivo da qualidade, e a certificação apenas demonstra isso muito rapidamente.
SÍNDICOS VERDES
A eficiência energética apresenta grande potencial na redução das emissões de gases do efeito estufa, e também na criação de empregos, aponta um relatório de 2008 do Worldwatch Institute (WWI). De acordo com Adalberto Maluf, diretor em São Paulo da Fundação Clinton, a política de empregos verdes do presidente americano Barak Obama considera a qualificação da mão de obra para obras de retrofit e para a manutenção de edifícios verdes parte vital do programa. "Acredito que no Brasil faltem empresas especializadas nesse segmento, assim como técnicos capazes de fazer a manutenção, criar protocolos de procedimentos e treinar funcionários para garantir a eficiência dos equipamentos instalados - e o desempenho ambiental esperado", diz Adalberto. Segundo o relatório, é provável que esses empregos sejam destinados a engenheiros e arquitetos, acrescidos de novos conhecimentos. Faz sentido. Uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA) da USP aponta que gerentes de ecorrelações e engenheiros ambientais serão os mais procurados do mercado em 2020, sinal da nova economia verde.
A HORA DA REABILITAÇÃO.
Mérito à parte, será que a ação das construtoras - que está apenas no início - de investir passo a passo em sustentabilidade será suficiente para mudar o rumo dos impactos ambientais provocados pelo setor? "Mesmo que todos os novos prédios passassem a ser construídos com princípios de greenbuilding, não daria tempo de vermos resultados ambientais significativos", lamenta o consultor Luiz Henrique Ferreira. O gargalo, segundo ele, está na reabilitação dos edifícios existentes, algo começando a ser também uma modalidade de certificação interessante, em que os investidores sentem os resultados no bolso - e rapidamente. "Participo de um projeto que deverá gerar economia de 80% de energia só com a troca do sistema de ar condicionado", exemplifica.
"Aos poucos, os projetos ineficientes estão sendo rejeitados pelo mercado"
Marcelo Takaoka, presidente do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS)
O mercado irá definir o nível de exigência das certificações, mas para que seus impactos realmente sejam vistos a disseminação em todos os edifícios deverá ser exigida pela sociedade, seja no voto, seja nas associações de bairro seja na exigência ao seu arquiteto quando o mesmo for executar algum projeto para você, a certificação pode ser, LEED, AQUA, Procel, qual quer uma, desde que esta preocupação seja respeitada no projeto arquitetônico.
ETIQUETA VERDE
O primeiro selo de greenbuilding foi estampado num empreendimento brasileiro há menos de quatro anos. De lá para cá, outros 22 edifícios concluídos conquistaram os certificados LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) e AQUA (Alta Qualidade Ambiental), além dos 21 que receberam a etiqueta do Procel Edifica. Há ainda o novo Casa Azul, da Caixa Econômica Federal, com cerca de dez projetos em fase de análise, e o inglês BREEAM (Building Research Establishment Environmental Assessment Method), que flerta com um grupo de incorporadores brasileiros.
O prédio mais famoso e único classificado como platinum na LEED é o
Eldorado Business Tower, o qual posto algumas imagens abaixo, estas retiradas do site Skyscrapercity Link Eldorado Business Tower.
Abaixo segue um breve resumo sobre a LEED:
LEED - Leadership in Energy and Environmental Design ou Liderança em Energia e Design Ambiental:Desenvolvido pelo Conselho de Green Building dos Estados Unidos (USGBC), esta certificação aportou com força no Brasil no final de 2006, com a criação do Green Building Council Brasil, espécie de filial da entidade que trabalha na divulgação do certificado, bem como no treinamento de profissionais e na promoção e adaptação de leis e regras capazes de incentivar a construção sustentável no país. "O LEED é um instrumento de educação para todo o setor, em que todos saem ganhando", afirma Nelson Kawakami, diretor executivo do GBC Brasil.
Categorias: Novas Construções; Fachadas e Áreas Comuns em Prédios Comerciais (Core and Shell); Operação e Manutenção de Edifícios Existentes e Interiores Comerciais.
Critérios de avaliação: o empreendimento precisa contabilizar créditos nos checklists relacionados aos temas Localização, Uso racional de água, Energia e Atmosfera, Qualidade ambiental interna e Materiais e Recursos, que somam até 110 pontos. Há ainda um sexto item destinado à Inovação.Níveis: dependendo da pontuação atingida, o empreendimento é classificado como Certificado (49), Silver (59), Gold (79) ou Platinum (acima de 80 pontos).
Como funciona: o empreendedor registra o projeto no sistema de certificação do Green Building Council Institute pelo site www.usgbc.org e paga uma taxa de US$ 400. Depois, compõe uma equipe - que pode ou não contar com uma consultoria de profissional LEED AP (acreditado pelo LEED) - para acompanhar o processo e enviar relatórios à certificadora nas fases de projeto, além de memoriais de cálculo, relatórios de obra e testes de comissionamento. Ao término da obra, ocorre a avaliação final e o empreendimento recebe a certificação de acordo com os créditos acumulados.
Custo: cerca de R$ 1 por m², com valor mínimo de R$ 5 mil para construções com até 5 mil m² e máximo de R$ 50 mil para obras acima de 50 mil m²
A fila de candidatos à certificação no Brasil chega a 270 projetos. "É pouco, já que somente no estado de São Paulo existem 80 mil condomínios residenciais. Mas esse movimento está mudando no mercado imobiliário", avalia Luiz Henrique Ferreira, da consultoria Inovatech Engenharia. Para ele, as certificações ajudam a promover a construção sustentável, sobretudo quando a conquista do selo é resultado de um trabalho bem-intencionado, e não um fim em si.
De todo modo, eles atestam as condições de obra e projeto que viabilizam o funcionamento ecoeficiente do edifício (a certificação de uso e operação é mais recente). "No início bastava ter um selo para se diferenciar. Agora que a oferta cresceu, já tem comprador olhando para o tipo de selo", diz Marcelo Takaoka, presidente do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS). Saiba como funcionam essas certificações.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
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sábado, 18 de junho de 2011
Coberturas Verdes - novo recurso para a arquitetura sustentável
Estamos realizando um projeto para o Parcão de Novo Hamburgo, sendo assim entramos todos na nossa empresa em um grande dilema: Projetar mais de 3000m² em edificações dentro de uma área de 54ha, que é uma unidade de conservação. O parque é o grande coração verde do município de Novo Hamburgo. Por isso durante nossas infindáveis discussões sobre qual seria a característica do nosso projeto surgiu a grande idéia do uso de coberturas verdes, essa solução além de trazer inúmeros benefícios ambientais também diminuiria o impacto visual das edificações.
A nossa proposição se trata de algo inovador principalmente em obras públicas, mas estamos convictos que todos tem a ganhar. No fundo estamos trabalhando melhor com a topografia e aplicando sobre a laje de cobertura um sistema de tapete verde com uma membrana de drenagem especial, este tapete verde, vegetal, traz ao público a sensaçãode caminhar sobre a edificação, e manter o verde no visual geral do parque.
O sistema proposto pode não ser o mesmo que o usado na Alemanha ou no Japão, o importante é que é uma solução técnica que privelegia a relação entre o ser humano e a natureza demonstrando que os dois podem coexistir. Na Alemanha no ano de 2008 já se sabia existir mais de treze milhões de metros quadrados de coberturas verdes. Em Tókio o governo determinou que todos os prédios posteriores a 2001, com mais de 1000m² de cobertura, devem converter ao menos 20% da mesma em cobertura verde.
A imagem a abaixo foi retirada do site casa e energia de onde provem também muitas das informações deste post:
Neste site lista diversas vantagens as quais vou compartilhar com vocês leitores:
Vantagens para o meio-ambiente:
1. Combate o efeito albedo ou efeito ilha de calor urbano, fenómeno responsável pelo incremento de temperatura dentro do perímetro de uma cidade devido ao aquecimento que produzem os gases de veículos e aparelhos de ar-condicionado, assim como pela energia solar absorvida pelas superfícies urbanas, depois irradiada à atmosfera como calor.
2. Melhoria da qualidade do ar na cidade devido à capacidade das plantas e árvores para absorver as emissões de CO2.
3. Reduz a incidência de ventos.
4. Filtra o ar absorvendo partículas de pó até 85%.
5. Provoca uma redução das águas pluviais até 70%, e consequente redução da pressão nos esgotos da cidade.
6. Proporcionam espaços agradáveis à vista, com possibilidade de uso para lazer, a nível público (jardim ou parque urbano), ou para os vizinhos de um imóvel, ou para os trabalhadores de uma empresa.
7. Aumenta os espaços de habitat para pássaros e borboletas.
Vantagens para o edifício:
1. Maior longevidade do telhado (estimativa de 40 anos contra os 10/15 das coberturas planas tradicionais)
2. Aumento da eficiência energética nos edifícios pelas suas propriedades isolantes, reduzindo assim os custos de aquecimento e refrigeração sem necessitar de isolamento térmico (ROOFMATE).
3. Melhoria da acústica do edifício.
Desvantagens:
1. Sistema construtivo mais caro (mas rapidamente recuperado pela poupança energética).
Nós discordamos apenas da desvantagem descrita pelo site pois nos dias de hoje já temos tecnologias novas as quais se conseguem diminuir muito o custo e dependendo da solução oposta na comparação ela pode se tornar mais barata e muito mais eficiente.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
A nossa proposição se trata de algo inovador principalmente em obras públicas, mas estamos convictos que todos tem a ganhar. No fundo estamos trabalhando melhor com a topografia e aplicando sobre a laje de cobertura um sistema de tapete verde com uma membrana de drenagem especial, este tapete verde, vegetal, traz ao público a sensaçãode caminhar sobre a edificação, e manter o verde no visual geral do parque.
O sistema proposto pode não ser o mesmo que o usado na Alemanha ou no Japão, o importante é que é uma solução técnica que privelegia a relação entre o ser humano e a natureza demonstrando que os dois podem coexistir. Na Alemanha no ano de 2008 já se sabia existir mais de treze milhões de metros quadrados de coberturas verdes. Em Tókio o governo determinou que todos os prédios posteriores a 2001, com mais de 1000m² de cobertura, devem converter ao menos 20% da mesma em cobertura verde.
A imagem a abaixo foi retirada do site casa e energia de onde provem também muitas das informações deste post:
Neste site lista diversas vantagens as quais vou compartilhar com vocês leitores:
Vantagens para o meio-ambiente:
1. Combate o efeito albedo ou efeito ilha de calor urbano, fenómeno responsável pelo incremento de temperatura dentro do perímetro de uma cidade devido ao aquecimento que produzem os gases de veículos e aparelhos de ar-condicionado, assim como pela energia solar absorvida pelas superfícies urbanas, depois irradiada à atmosfera como calor.
2. Melhoria da qualidade do ar na cidade devido à capacidade das plantas e árvores para absorver as emissões de CO2.
3. Reduz a incidência de ventos.
4. Filtra o ar absorvendo partículas de pó até 85%.
5. Provoca uma redução das águas pluviais até 70%, e consequente redução da pressão nos esgotos da cidade.
6. Proporcionam espaços agradáveis à vista, com possibilidade de uso para lazer, a nível público (jardim ou parque urbano), ou para os vizinhos de um imóvel, ou para os trabalhadores de uma empresa.
7. Aumenta os espaços de habitat para pássaros e borboletas.
Vantagens para o edifício:
1. Maior longevidade do telhado (estimativa de 40 anos contra os 10/15 das coberturas planas tradicionais)
2. Aumento da eficiência energética nos edifícios pelas suas propriedades isolantes, reduzindo assim os custos de aquecimento e refrigeração sem necessitar de isolamento térmico (ROOFMATE).
3. Melhoria da acústica do edifício.
Desvantagens:
1. Sistema construtivo mais caro (mas rapidamente recuperado pela poupança energética).
Nós discordamos apenas da desvantagem descrita pelo site pois nos dias de hoje já temos tecnologias novas as quais se conseguem diminuir muito o custo e dependendo da solução oposta na comparação ela pode se tornar mais barata e muito mais eficiente.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
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TECNOLOGIA
Energia solar gratis
Me surpreendi com uma notícia que encontrei na internet hoje, conforme o site paineis-fotovoltaicos.org, existem empresas no Reino Unido as quais estão fornecendo paineis solares de graça para moradores de residências.
Na prática a companhia instala os painéis solares recebendo incentivos fiscais do governo e recebendo pela energia elétrica produzida. Ao mesmo tempo o proprietário da residência recebe parte desta energia produzida reduzindo a sua conta de luz.
No fundo o morador empresta seu telhado e recebe um aluguel em forma de economia da energia gasta na casa ou prédio. Em Portugual existe um movimento iniciado pelo site de que se siga o exemplo do Reino Unido.
Abaixo coloco uma imagem de uma destas casas produtoras de energia.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
Na prática a companhia instala os painéis solares recebendo incentivos fiscais do governo e recebendo pela energia elétrica produzida. Ao mesmo tempo o proprietário da residência recebe parte desta energia produzida reduzindo a sua conta de luz.
No fundo o morador empresta seu telhado e recebe um aluguel em forma de economia da energia gasta na casa ou prédio. Em Portugual existe um movimento iniciado pelo site de que se siga o exemplo do Reino Unido.
Abaixo coloco uma imagem de uma destas casas produtoras de energia.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
quinta-feira, 9 de junho de 2011
funcionamento de uma turbina eólica
Aproveito para postar uma imagem que explica o funcionamento de uma turbina eólica, o esquema foi retirado do site: http://turma.3m3.zip.net.
Aproveitem que o esquema da imagem esta muito simples e direto para entender o funcionamento das turbinas.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
Aproveitem que o esquema da imagem esta muito simples e direto para entender o funcionamento das turbinas.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
sábado, 4 de junho de 2011
Tecnologia em paineis fotovoltaícos
Depois de muitas visitas no Post: consultoria em novas tecnologias, desde o final do ano passado resolvi postar mais algumas imagens do Centro Pfizer - da Universidade de Granada:
Imagem do prédio do Centro Pfizer.
Detalhe da Fixação dos Paineis Fotovoltaícos.
Outro detalhe, do edifício com os paineis ao fundo.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
Imagem do prédio do Centro Pfizer.
Detalhe da Fixação dos Paineis Fotovoltaícos.
Outro detalhe, do edifício com os paineis ao fundo.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
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terça-feira, 26 de abril de 2011
Aplicações em fachada - LG Optimus Hyper Facade in Berlin
A tecnologia já chegou, hoje um simples prédio pode trazer experiências incriveis:
A projeção em alta definição trazendo a sensação de uma realidade em 3d, nos mostra que as vezes o turismo pode ser fabricado dependendo da criatividade, tecnologia e investimento.
Curtam o video pois o mesmo é incrivel.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
segunda-feira, 14 de março de 2011
Prédios balançam no Japão durante terremoto.
Depois da pontagem sobre alguns sistemas usados para a proteção das edificações contra terremotos, resolvemos postar aqui um vídeo do You Tube que mostra a oscilação de um prédio durante um terremo. É impressionante verificar a capacidade de deslocamento horizontal.
Também encontramos um vídeo que demonstra alguns outros sistemas de amortecimento. Interessante é verificação sua aplicação real, que permite compreender melhor como funcionam estes tipos de sistemas.
É interessante verificar visualmente como esta nova arquitetura funciona até mesmo por que, com o aumento do número de ocorrências de terremotos, torna-se indispensável os profissionais saberem que existe esta nova tecnologia, e que ela já é aplicada.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
Também encontramos um vídeo que demonstra alguns outros sistemas de amortecimento. Interessante é verificação sua aplicação real, que permite compreender melhor como funcionam estes tipos de sistemas.
É interessante verificar visualmente como esta nova arquitetura funciona até mesmo por que, com o aumento do número de ocorrências de terremotos, torna-se indispensável os profissionais saberem que existe esta nova tecnologia, e que ela já é aplicada.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
sexta-feira, 11 de março de 2011
Sistemas de controle de Abalos Sísmicos ou Terremotos.
A tragédia que hoje se abateu no Japão foi uma das mais signifativas dos últimos tempos e seus impactos refletem exatamente os investimentos que o país anda fazendo no que se refere tanto à previsão quanto à própria redução dos impactos dos terremotos. O terremoto de 8.9 pontos na escala richter surpreende e é sem dúvida o mais intenso terremoto do século XXI.
O real desafio é fazer o edifício suportar às solicitações, principalmente de deslocamentos, sem colapsar a estrutura como um todo. A imagem que segue é de um Protetor para Terremotos (Earthquake Protection spring element for the elastic support of an Ionen accelerator (Rumania)) da própria GERB, que auxilia na absorção das vibrações.
A escala Richter, para quem desconhece, é uma escala logarítmica, também conhecida como Escala de Magnitude Local. Quando foi criada, considerava abalos de 0 a 9 pontos, pois se achava ser impossível ultrapassar esta barreira. Hoje porém já se sabe que isto não é verdade, como se pode verificar no abalo que atingiu o Chile, em 22 de maio de 1960, que atingiu 9,5 pontos, causou a morte de 5.700 pessoas, ficando conhecido como o Grande Terremoto do Chile.
Estes aspectos, porém já nos dão a idéia da intensidade do terremoto do Japão, que é agravado por ser uma pequena ilha, e ter os reflexos diretos dos Tsunamis (ondas gigantes).
Queremos destacar neste post, porém a qualidade das construções que são desenvolvidas há anos para podemos entender o que a evolução tencologica, colocada a serviço da população, pode trazer de inúmeros benefícios. Esta evolução dos edifícios utiliza não apenas princípios de engenharia civil, mas também de mecânica, criando uma nova especialidade, a civil-mecânica. Os princípios utilizados viabilizam o desenvolvimento de sistemas de amortecimento de impactos através do controle de vibrações com molas e amortecedores para estruturas e fundações.
Uma das empresas que trabalha com este tipo de produto é a GERB. No endereço que segue, há como verificar as diferentes necessidades de soluções anti-terremotos para um mesmo edifício:
http://www.gerb.com/en/arbeitsgebiete/arbeitsgebiete.php?woher=unterrubrik&ID=98O real desafio é fazer o edifício suportar às solicitações, principalmente de deslocamentos, sem colapsar a estrutura como um todo. A imagem que segue é de um Protetor para Terremotos (Earthquake Protection spring element for the elastic support of an Ionen accelerator (Rumania)) da própria GERB, que auxilia na absorção das vibrações.
Interessante também verificar que, apesar de resistir aos terremotos, sendo que poucas mortes e feridos foram devido ao terremoto em si, o novo desafio agora parece ser os tsunamis, já que além dos tremores, as áreas costeiras passam ser alvo do avanço desordenado das águas, se tornando este, agora, o novo desafio da engenharia.
Basta olhar a imagem capa do site IG, abaixo, para se ter uma noção do tamanho dos impactos.
É como se estivéssemos vendo um dos vários filmes de Hollywood, sobre tragédias naturais, mas que no caso do Japão, é sempre minimizada por um planejamento eficiente, precausão e previsão eliado à tecnologia, organização e treinamento.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
É como se estivéssemos vendo um dos vários filmes de Hollywood, sobre tragédias naturais, mas que no caso do Japão, é sempre minimizada por um planejamento eficiente, precausão e previsão eliado à tecnologia, organização e treinamento.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Led's no Brasil. Cristo Redentor modernizado.
Alguns lugares do Brasil já parecem ter entendido alguns dos recados ambientais e começam a colocar em práticas medidas de economia e modernidade associadas à tecnologia. Um destes casos, é a estátua do Cristo Redentor, que fica localizada no Parque Nacional da Tijuca, no Morro do Corcovado, cidade do Rio de Janeiro.
A nova iluminação, que será inaugurada em 1º de março de 2011, foi proposta com um total 300 projetores de LED. Serão 260 projetores retangulares com 36 LED's cada um, e 40 em formato de régua com 37 LED's, que serão acionados pelo Papa Bento XVI, no Vaticano, através de dispositivo eletrônico inteligente.
Isso garantirá uma eficiência energética e uma sustentabilidade bem próprios para uma atração turística que fica numa das cidades mais belas do mundo. Tecnologia esta que já possui o selo do Ibama por contribuir e preservar o meio ambiente.
A grande evolução do LED é que ele é baseado em um condutor elétrico, o chamado diodo, que faz com que a luz seja dirigida, melhorando o foco. Nestes casos, reduz-se a perda de energia reduzindo o calor, que é emitido em outra direção. As iluminações mais convencionais utilizam-se de filamentos que propagam a luz e o calor. O resultando é uma maior nitidez, além da possibilidade de utilização de diferentes cores projetadas (possibilidade de até 16 milhões de cores).
É uma excelente notícia, pois parece que diferentes segmentos no Brasil começam a apostar nestas novas (mas já consagradas) tecnologias, servido inclusive de incentivos para outros projetos em todo o país. E o LED em si, continua a se destacar como solução estética e econômica para a arquitetura em geral.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
A nova iluminação, que será inaugurada em 1º de março de 2011, foi proposta com um total 300 projetores de LED. Serão 260 projetores retangulares com 36 LED's cada um, e 40 em formato de régua com 37 LED's, que serão acionados pelo Papa Bento XVI, no Vaticano, através de dispositivo eletrônico inteligente.
Isso garantirá uma eficiência energética e uma sustentabilidade bem próprios para uma atração turística que fica numa das cidades mais belas do mundo. Tecnologia esta que já possui o selo do Ibama por contribuir e preservar o meio ambiente.
A grande evolução do LED é que ele é baseado em um condutor elétrico, o chamado diodo, que faz com que a luz seja dirigida, melhorando o foco. Nestes casos, reduz-se a perda de energia reduzindo o calor, que é emitido em outra direção. As iluminações mais convencionais utilizam-se de filamentos que propagam a luz e o calor. O resultando é uma maior nitidez, além da possibilidade de utilização de diferentes cores projetadas (possibilidade de até 16 milhões de cores).
É uma excelente notícia, pois parece que diferentes segmentos no Brasil começam a apostar nestas novas (mas já consagradas) tecnologias, servido inclusive de incentivos para outros projetos em todo o país. E o LED em si, continua a se destacar como solução estética e econômica para a arquitetura em geral.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Tecnologia ou ecologia: o próximo passo para a nossa arquitetura.
A arquitetura nos dias de hoje possui uma nova obrigação. Ampliamos o leque da arquitetura antes apenas forma, função e tecnica. Hoje além deste tripé, a arquitetura deve ser sustentável ecologicamente. Isso muitas vezes é conseguido através do uso de novas tecnologias ou materiais ditos ecológicos. Nossa empresa, a Cubbos, presta consultoria também para soluções que incluem planos de otimização sustentável para as edificações. A seguir segue um breve exemplo.
Um dos passos para a otimização ou modernização é a qualificação da iluminação do edifício. Pode-se verificar que a simples substituição de lâmpadas já consegue qualificar a edificação como um todo e quando a mesma passa por uma modernização geral da sua iluminação os ganhos são ainda maiores.
Para fazer uma pequena comparação. Lâmpadas incandescentes além de possuirem um maior consumo de energia, as lâmpadas de 40W possuem uma vida útil média de 1000 horas. Já uma lâmpada econômica equivalente possui um consumo de 9W e vida útil média de 5000 horas. A novidade do mercado, que está se popularizando, principalmente no último ano, é a lâmpada com LED´s, que possui consumo de 7W e vida útil de até 50000 horas.
Além do custo menor a longo prazo, as lâmpadas LED´s possuem um impacto na rede elétrica muito inferior. Para verificar, cada lâmpada comum pode ser substituída por 5 lâmpadas LED´s. Isso pode acarretar circuitos com mais lâmpadas ou então no modo inverso a utilização de circuitos com fiação mais fina.
O valor médio de mercado médio é de R$ 2,15, R$ 9,50 e R$ 120,00 respectivamente.
Fica claro que a lâmpada LED a longo prazo é extremamente mais econômica se analisarmos a durabilidade 50 vezes maior. Seu consumo por hora, quase 6 vezes menor, quando relacionado com o custo da energia hora, a diferença começa a ficar ainda maior. Considerando que o kwh no Rio Grande do Sul custa R$ 0,4513043, a hora de iluminação de cada uma destas lâmpadas custa respectivamente: R$ 0,003159, R$ 0,018052 e R$ 0,004062. Pode parecer pouco, mas quando analisamos o custo para as 50000 horas temos o seguinte:
- lâmpada incandescente: 50 lâmpadas R$ 107,50 + consumo total R$ 902,60 custo total de R$ 1.010,10;
- lâmpada econômica: 10 lâmpadas R$ 95,00 + consumo total R$ 203,10 custo total de R$ 298,10;
- lâmpada LED: 1 lâmpada R$ 120,00 + consumo total R$ 157,95 custo total de R$ 277,95;
Já se consegue hoje economizar com o uso da lâmpada LED em uma análise direta. Se analisarmos o custo das instalações, a redução do calor provocado no ambiente, poderemos aumentar ainda mais estes números.
Segue abaixo um modelo da lâmpada LED, da Philips, modelo MasterLED:
Os projetos hoje devem ter a obrigação de contemplar estas questões. Em especial, em projetos de arquitetura comercial, onde de um modo geral há maiores recursos imediatos que permitem estes inventimentos a curto prazo, com vistas a economias a longo prazo.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
Um dos passos para a otimização ou modernização é a qualificação da iluminação do edifício. Pode-se verificar que a simples substituição de lâmpadas já consegue qualificar a edificação como um todo e quando a mesma passa por uma modernização geral da sua iluminação os ganhos são ainda maiores.
Para fazer uma pequena comparação. Lâmpadas incandescentes além de possuirem um maior consumo de energia, as lâmpadas de 40W possuem uma vida útil média de 1000 horas. Já uma lâmpada econômica equivalente possui um consumo de 9W e vida útil média de 5000 horas. A novidade do mercado, que está se popularizando, principalmente no último ano, é a lâmpada com LED´s, que possui consumo de 7W e vida útil de até 50000 horas.
Além do custo menor a longo prazo, as lâmpadas LED´s possuem um impacto na rede elétrica muito inferior. Para verificar, cada lâmpada comum pode ser substituída por 5 lâmpadas LED´s. Isso pode acarretar circuitos com mais lâmpadas ou então no modo inverso a utilização de circuitos com fiação mais fina.
O valor médio de mercado médio é de R$ 2,15, R$ 9,50 e R$ 120,00 respectivamente.
Fica claro que a lâmpada LED a longo prazo é extremamente mais econômica se analisarmos a durabilidade 50 vezes maior. Seu consumo por hora, quase 6 vezes menor, quando relacionado com o custo da energia hora, a diferença começa a ficar ainda maior. Considerando que o kwh no Rio Grande do Sul custa R$ 0,4513043, a hora de iluminação de cada uma destas lâmpadas custa respectivamente: R$ 0,003159, R$ 0,018052 e R$ 0,004062. Pode parecer pouco, mas quando analisamos o custo para as 50000 horas temos o seguinte:
- lâmpada incandescente: 50 lâmpadas R$ 107,50 + consumo total R$ 902,60 custo total de R$ 1.010,10;
- lâmpada econômica: 10 lâmpadas R$ 95,00 + consumo total R$ 203,10 custo total de R$ 298,10;
- lâmpada LED: 1 lâmpada R$ 120,00 + consumo total R$ 157,95 custo total de R$ 277,95;
Já se consegue hoje economizar com o uso da lâmpada LED em uma análise direta. Se analisarmos o custo das instalações, a redução do calor provocado no ambiente, poderemos aumentar ainda mais estes números.
Segue abaixo um modelo da lâmpada LED, da Philips, modelo MasterLED:
Os projetos hoje devem ter a obrigação de contemplar estas questões. Em especial, em projetos de arquitetura comercial, onde de um modo geral há maiores recursos imediatos que permitem estes inventimentos a curto prazo, com vistas a economias a longo prazo.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
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domingo, 30 de janeiro de 2011
Consultoria para Condomínio. Post 2. Modernização.
Como já postamos antes, prestamos consultoria para alguns condomínios em Porto Alegre. O mais antigo é o Uruguai Tower, localizado no centro de Porto Alegre, desde 2004.
Como qualquer edificação, a manutenção é imprescindível para garantir a segurança da edificação como um todo. Mas questões relacionadas à modernização vêm ganhando espaço. Muitas são exigências legais, como o PPCI (Plano de Proteção Contra Incêndio), por exemplo. Outras, são relacionadas a questões de segurança e vigilância da edificação como um todo, assim como a modernização dos sistemas de elevadores, ou mesmo a acessibillidade universal. Também ocorrem recuperações estruturais, reformas em instalações hidráulicas e elétricas, estas essenciais para adequar as edificações a novos padrões, garantindo a valorização imobiliária dos espaços.
A exemplo de outras edificações do centro de Porto Alegre, o edifício era originalmente um banco. Através dos tempos, houve a necessidade de individualização dos andares, o que inclui a regularização da edificação junto à prefeitura municipal. São consultorias que vão desde aspectos da edificação em si, como adequações relacionadas à arquitetura comercial como um todo, auxiliando o trabalho do síndico com asseria técnica especializada quanto à exigências legais e necessidades reais de uma edificação.
É por estas questões que a consultoria técnica para condomínio se faz tão importante no dias de hoje. Pois ela garante o retorno real financeiro para os imóveis e portanto, seus proprietários.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Fita LED: Nova opção para iluminação em interiores, residencial e comercial.
Os produtos derivados dos LED vêm invadindo o mercado nos últimos tempos. E a boa notícia é que os valores destes produtos vêm baixando significativamente, o que os torna, devido à qualidade e durabilidade dos produtos, uma excelente opção principalmente para a arquitetura comercial, stands e expositores. É claro que também pode ser utilizada em residências.
A fita em questão será utilizada na iluminação do logotipo do escritório Pita Machado Advogados. Estamos ppostando aqui para que as pessoas em geral possam conhecer este tipo de tecnologia.
A fita utilizada é a 240, que quer dizer 240 led's por metro. Há modelos 120 e 60. A diferença de iluminação é significativa gerando efeitos bem diferentes. Vendida apenas por metro, você ajusta ao tamanho necessário cortando a fita com tesoura nos locais indicados. No verso, ela já vem com a fita adesiva, facilitando a sua fixação.
O único inconveniente, no caso da fita mais potente, é o tamanho do transformador necessário. E que consegue suprir a demanda de apenas 5m da fita. As fitas de menor potência precisam de reatores menores, o que por vezes poderá ser um definidor para projetos que possuam restrição de espaço.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
A fita em questão será utilizada na iluminação do logotipo do escritório Pita Machado Advogados. Estamos ppostando aqui para que as pessoas em geral possam conhecer este tipo de tecnologia.
A fita utilizada é a 240, que quer dizer 240 led's por metro. Há modelos 120 e 60. A diferença de iluminação é significativa gerando efeitos bem diferentes. Vendida apenas por metro, você ajusta ao tamanho necessário cortando a fita com tesoura nos locais indicados. No verso, ela já vem com a fita adesiva, facilitando a sua fixação.
O único inconveniente, no caso da fita mais potente, é o tamanho do transformador necessário. E que consegue suprir a demanda de apenas 5m da fita. As fitas de menor potência precisam de reatores menores, o que por vezes poderá ser um definidor para projetos que possuam restrição de espaço.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Consultoria em novas tecnologias
A CUBBOS Consultoria Ltda, além dos serviços prestados na área de arquitetura e engenharia, conta também com consultoria especializada na execução de projetos e obras com tecnologia ambientais de ultima geração dentre elas a opção de se executar as fachadas com painéis fotovoltaícos. A mesma tecnologia utilizada no Centro Pfizer - da Universidade de Granada ou do atrio fotovoltaíco do pavilhão de Madri da EXPO SHANGHAI 2010.
Abaixo uma foto do Centro Pfizer:
Abaixo uma foto do Centro Pfizer:
Neste projeto a redução de emissão de gás carbonico chega a 21 toneladas ano.
Além disso traz alguns outros benefícios, tais como: Produção elétrica; Redução no gasto de energia devido ao isolamento de até 40%; Redução da poluição sonora; Maior produção de energia tanto em altas temperaturas quanto em baixa luminosidade; alta TIR, taxa interna de retorno; produção de energia por mais de 20 anos.
Pode agregar até 26 pontos LEED.
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
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