A notícia até seria boa, se esta reunião de apresentação do projeto não ficasse exclusiva aos técnicos da prefeitura municipal de Porto Alegre. Posso parecer ingênua mas não consigo entender o por que de não se apresentar este projeto às comunidades. Em especial à RP1, principal região de planejamento impactada pelo projeto. Não fomos ouvidos, não fomos consultados, não sabem das nossas demandas... Cadê a tão falada experiência e notório saber se o profissional não ouve os clientes? Decepcionante o processo ser tão pouco democrático numa cidade com a história de participação popular que Porto Alegre têm.
Nesta quinta-feira, dia 16 de fevereiro de 2012, teremos reunião da RP1. Chamo o arquiteo e urbanista Jaime Lerner para aparacer e apresentar o projeto às comunidades. Afinal, recebendo mais de 2 milhões de reais, dá pra pagar o hotel até sexta-feira.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Anita Mais Verde, um movimento que esperamos que ganhe força e voz.
Divulgo aqui neste blog o texto do arquiteto Ibirá Lucas, que contou com a nossa contribuição (Alan e Eliana) no sentido de solicitar a revisão do projeto da Anita Garibaldi, que preve a remoção de um significativo número de exemplares (ver mais informações no blog http://www.anitamaisverde.blogspot.com/).
Divulgo não pelo fato de querer sem contra a Prefeitura ou algo do gênero. Ao contrário, acho que esta gestão, como poucas, está fazendo e propondo mudanças significativas para cidade e chamando a cidade a se manifestar, princípio ideológico de qualquer democracia.
Não se trata portanto, de ser contra e sim de pedir o debate. Em especial quando os impactos são tão significativos.
"
Minha crítica a Porto Alegre, independente da gestão, sempre foi a da ausência de um plano global para a cidade. Nosso Plano Diretor, devido aos Projetos Especiais, cria monstros e distorções, impedindo um planejamento global. Cria bolsões altamente densificados, onde o trânsito é caótico e onde a solução pode ser mais danosa ainda.
Estão passando no Conselho do CMDUA empreendimento em áreas com mais de 400 hectares. Que no futuro criam impactos que cada vez mais devem ser pensados, não só pela prefeitura mas também pelos empreendedores e os profissionais que projetam tais empreendimentos.
Arquiteta e Urbanista Eliana Hertzog Castilhos
Divulgo não pelo fato de querer sem contra a Prefeitura ou algo do gênero. Ao contrário, acho que esta gestão, como poucas, está fazendo e propondo mudanças significativas para cidade e chamando a cidade a se manifestar, princípio ideológico de qualquer democracia.
Não se trata portanto, de ser contra e sim de pedir o debate. Em especial quando os impactos são tão significativos.
"
Parecer sobre o projeto da passagem de nível (trincheira) na Rua Anita Garibaldi.
Há muito tempo se têm ciência da importância da contribuição popular no desenvolvimento do planejamento das cidades, não só pela questão democrática em si, como também pela análise quem será ou já é o usuário destes espaços. Ao mesmo tempo, se sabe a importância da questão técnica no desenvolvimento de projetos, razão pela qual este “casamento” é bem vindo e necessário.Um projeto urbano muito antigo, para ser implantado, deve ser repensado pelos técnicos uma vez que a cidade é mutante e varia com o passar dos anos. Não só isto, também deve ser validado pelas comunidades para ser executado. Não se pode simplesmente adotar um projeto, de grande impacto, se a cidade para o qual foi pensado já mudou. Neste caso consideram-se que já passou o seu prazo de validade, afinal projetos urbanos em geral são pensados para horizontes de 10, 20 ou até 30 anos. O projeto apresentado é do tempo da IIIª perimetral, ou seja, projetado e aprovado no Plano Diretor de 1979, na década de 70, há cerca de 33 anos, já fora do prazo de validade (na verdade de validade das análises urbanas), devendo ser reapresentado para discussão democrática, e obter pareceres dos moradores e de seus representantes técnicos e políticos de instâncias legais.
Para o cruzamento entre a Avenida Carlos Gomes e a Rua Anita Garibaldi, nos tempos da IIIª perimetral, foi proposta uma passagem denomina de Trincheira semelhante a um túnel ou viaduto. Esta proposta faz rebaixamento na Rua Anita resultando níveis diferentes no cruzamento. Para isto propõe o alargamento da Rua Anita em dez (10) metros. Hoje alargar a Rua Anita Garibaldi em dez metros é um absurdo. O impacto ambiental é demasiado para a região. Neste espaço existe micro clima instalado. Sessenta (60) árvores serão cortadas, será desmontado o clima na região.
Esta obra será geradora de alto impacto de vizinhança, aumentará o asfaltamento e a concretagem, resultando em aumento da inércia térmica, aumento do aquecimento e principalmente a trincheira gerará ruído sonoro de tipo hoje não existente na região. Será fator de poluição sonora excessiva.
Resumindo: Uma obra com alto impacto de vizinhança, geradora de poluição sonora, geradora de aquecimento regional, que proporciona agressão ao meio ambiente e desmonte do micro clima.
Esta obra necessita ser validada pela comunidade, somos uma cidade reconhecida por participação popular e gestão democrática. Não só isso, já é tempo de se pensar alternativas ao transporte individual de veículos. É preciso qualificar o transporte público, ou seremos condenados a uma cidade onde o carro vale mais do que os pedestres e os próprios moradores.
Arquiteto e Urbanista Ibirá Santos Lucas
Fórum de Planejamento Urbano e Ambiental da Região Um – RP1
Conselheiro no Planejamento Urbano e Ambiental – CMDUA/RP1
Minha crítica a Porto Alegre, independente da gestão, sempre foi a da ausência de um plano global para a cidade. Nosso Plano Diretor, devido aos Projetos Especiais, cria monstros e distorções, impedindo um planejamento global. Cria bolsões altamente densificados, onde o trânsito é caótico e onde a solução pode ser mais danosa ainda.
Estão passando no Conselho do CMDUA empreendimento em áreas com mais de 400 hectares. Que no futuro criam impactos que cada vez mais devem ser pensados, não só pela prefeitura mas também pelos empreendedores e os profissionais que projetam tais empreendimentos.
Arquiteta e Urbanista Eliana Hertzog Castilhos
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Central de Resíduos do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre.
Posto aqui algumas imagens do projeto que estamos desenvolvendo junto ao Aerorporto Salgado Filho em Porto Alegre. Trata-se de conjunto para a Nova Central de Resíduos.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
Marcadores:
ARQUITETURA INSTITUCIONAL,
CUBBOS Consultoria
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Desabamento RJ, análise das causas.
Muitos estão debatendo possíveis causas para o desabamento dos prédios da avenida 13 de Maio na cidade do Rio de Janeiro. Muito se falou e talvez nunca se comprove nada, mas aproveito a oportunidade para lembrar aqui alguns fatores que podem ter sido determinantes para essa tragédia, e cujas relações com esta e outras obras são bastante frequentes.
sempre critiquei a questão de fazerem reformas sem a contratação de arquitetops ou engenheiros. isto por que, mesmo que não sejam reformas estruturais, alguns procedimentos técnicos devem ser seguidos, e muitas vezes o nosso prático "faz tudo" não se lembra destes pequenos detalhes.
Dizer o obvio é sempre válido. A princípio não se deve mexer em fechamentos, a menos que sejam de divisórias leves - tipo gesso, por exemplo. Isso por que hoje, com a diferença dos sistemas construtivos, é praticamente impossível discernir apenas por ser "laje, pilar ou viga" se o que queremos fazer compromete ou não a estrutura da edificação. Hoje existem blocos estruturais que permitem construir prédios muitos mais altos do que 20 andares, ou seja, não mexa se você não entende, ou se não tem documentos que comprovem que esta parede é apenas fechamento mesmo.
Outra coisa, puxadinhos, nunca são bem vindos. Projete já considerando a possibilidade de expansão. Diga isso claramente ao profissional que contratar para fazer os projetos. Acréscimos não calculados originalmente geralmente são engodos "para inglês ver". Sempre dizem que dá, mas ninguém vai atra´s do engenheiro ou do arquiteto se der algum problema... e sim, eu disse arquiteto, por que aos desaviados, eu esclareço, arquitetos podem fazer projetos estruturais... e não, não é só para edificações até 4 pavimento, isto é uma lenda urbana. Arquiteto aprende sim a calcular estruturas de concreto!
Mas voltemos à tragédia do Rio, por que este post não quer fazer piada sobre o assunto, quer sim, avisar. Alguém repaou no represetnante do Crea, falando sobre como não existia caçamba no prédio, e que isso ipede a fiscalização do Crea, pois não têm como ver onde as obras estão sendo realizadas? pois pasmem que isto sim, pode ter sido a gota dágua para o prédio cair.
Quando são feitos proejtos estruturais, são utilizados coeficientes de segurança, justamente para poder suportar determinadas cargas acidentais. Só que isto não quer dizer que você pode colocar tudo abaixo e juntar num cantinho para tirar depois por que isto sobrecarrega as lajes podendo causar a sua ruptura. Voltemos ao prédio do Rio e se lembrarmos todas as infromações sobre acréscimos, e mais as obras, fica inevitável imaginar que uma sobrecarga pode ter causado o colapso do prédio.
Ao ver o vídeo abaixo, na rede record, pude ver imagens interbnas das obras da empresa T.O e observar a quantidade de "pilhas" de entulho. Montes bem significativso em tamanho. Na verdade de um tamanho que nunca se deveria deixar chegar!
Então, aqui fica a dica. Mesmo que seja uma reforma pequena, contrate um responsável técnico. Cesmo que seja a adequação de um layout, cobre a ART ou RRT do seu engenheiro/arquitetos.
E aos CREA e CAU (Conselhos de Engenharia e Arquitetura), eu gostaria de exigir o seguinte, não basta só ter ART ou RRT, tem que fazer correto. Quando fizerem fiscalizações, observem para combater também os absurdos. Por que para fiscalizar não basta só cobrar a taxinha da ART/RRT, tem que cobrar fazer direito também. Não adianta entrar numa obra que tem ART/RRT e todo mundo está trabalahndo sem EPI (equipamento de proteção individual) e dizer que "tá OK". Ver o cara fazendo um muro de contenção errado.... e deixar para cobrar quando cair... temos que valorizar mais a vida, por que o erro, como pudemos ver neste caso do Rio de janeiro, pode se tornar uma tragédia.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
sempre critiquei a questão de fazerem reformas sem a contratação de arquitetops ou engenheiros. isto por que, mesmo que não sejam reformas estruturais, alguns procedimentos técnicos devem ser seguidos, e muitas vezes o nosso prático "faz tudo" não se lembra destes pequenos detalhes.
Dizer o obvio é sempre válido. A princípio não se deve mexer em fechamentos, a menos que sejam de divisórias leves - tipo gesso, por exemplo. Isso por que hoje, com a diferença dos sistemas construtivos, é praticamente impossível discernir apenas por ser "laje, pilar ou viga" se o que queremos fazer compromete ou não a estrutura da edificação. Hoje existem blocos estruturais que permitem construir prédios muitos mais altos do que 20 andares, ou seja, não mexa se você não entende, ou se não tem documentos que comprovem que esta parede é apenas fechamento mesmo.
Outra coisa, puxadinhos, nunca são bem vindos. Projete já considerando a possibilidade de expansão. Diga isso claramente ao profissional que contratar para fazer os projetos. Acréscimos não calculados originalmente geralmente são engodos "para inglês ver". Sempre dizem que dá, mas ninguém vai atra´s do engenheiro ou do arquiteto se der algum problema... e sim, eu disse arquiteto, por que aos desaviados, eu esclareço, arquitetos podem fazer projetos estruturais... e não, não é só para edificações até 4 pavimento, isto é uma lenda urbana. Arquiteto aprende sim a calcular estruturas de concreto!
Mas voltemos à tragédia do Rio, por que este post não quer fazer piada sobre o assunto, quer sim, avisar. Alguém repaou no represetnante do Crea, falando sobre como não existia caçamba no prédio, e que isso ipede a fiscalização do Crea, pois não têm como ver onde as obras estão sendo realizadas? pois pasmem que isto sim, pode ter sido a gota dágua para o prédio cair.
Quando são feitos proejtos estruturais, são utilizados coeficientes de segurança, justamente para poder suportar determinadas cargas acidentais. Só que isto não quer dizer que você pode colocar tudo abaixo e juntar num cantinho para tirar depois por que isto sobrecarrega as lajes podendo causar a sua ruptura. Voltemos ao prédio do Rio e se lembrarmos todas as infromações sobre acréscimos, e mais as obras, fica inevitável imaginar que uma sobrecarga pode ter causado o colapso do prédio.
Ao ver o vídeo abaixo, na rede record, pude ver imagens interbnas das obras da empresa T.O e observar a quantidade de "pilhas" de entulho. Montes bem significativso em tamanho. Na verdade de um tamanho que nunca se deveria deixar chegar!
Então, aqui fica a dica. Mesmo que seja uma reforma pequena, contrate um responsável técnico. Cesmo que seja a adequação de um layout, cobre a ART ou RRT do seu engenheiro/arquitetos.
E aos CREA e CAU (Conselhos de Engenharia e Arquitetura), eu gostaria de exigir o seguinte, não basta só ter ART ou RRT, tem que fazer correto. Quando fizerem fiscalizações, observem para combater também os absurdos. Por que para fiscalizar não basta só cobrar a taxinha da ART/RRT, tem que cobrar fazer direito também. Não adianta entrar numa obra que tem ART/RRT e todo mundo está trabalahndo sem EPI (equipamento de proteção individual) e dizer que "tá OK". Ver o cara fazendo um muro de contenção errado.... e deixar para cobrar quando cair... temos que valorizar mais a vida, por que o erro, como pudemos ver neste caso do Rio de janeiro, pode se tornar uma tragédia.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Orientações sobre registro de empresa - pessoa jurídica no CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo).
A todos que estão tentando ajudar a CAU a funcionar. por que não funcinar e só criticar não ajuda a melhorar a todos. Ontem conseguimos contato com o 0800 e repasso aqui as informações que obtive pois me parece que agiora, toda a ajuda será bem vinda. E acho que pode ajudar quem tem empresa de arquitetura a fazer a transição do CREA para a CAU:
Me passaram um procedimento de cadastro de empresa que repasso aqui se alguém tiver interesse. Enviar e-mail para dev@caubr.org.br enviando o contrato social da empresa, a certidao antiga de registro no crea e o cartão cnpj. pra ajudar, deve-se revalidar a ART de cargo e função como RRT.
Eu já fiz e estou aguardando. me informaram que o prazo deste procedimento é de 7 dias. Vamos ver se funciona. Contando desde 01/02/2012!
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
Me passaram um procedimento de cadastro de empresa que repasso aqui se alguém tiver interesse. Enviar e-mail para dev@caubr.org.br enviando o contrato social da empresa, a certidao antiga de registro no crea e o cartão cnpj. pra ajudar, deve-se revalidar a ART de cargo e função como RRT.
Eu já fiz e estou aguardando. me informaram que o prazo deste procedimento é de 7 dias. Vamos ver se funciona. Contando desde 01/02/2012!
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Plano Conceitual para Orla: Novidades e mais uma polêmica com o dinheiro do contribuinte.
Para quem acha que a notícia da contratação do arquiteto e urbanista Jaime Lerner pode vir a se tornar uma nova polêmica, siga lendo o post pois a coisa parece que tem que esquentar. A população deve brindar os novos projetos mas para isso não precisa rasgar o dinheiro público.
Obtive no site da própria prefeitura, em consulta ao Diário Oficial, a confirmação dos valores envolvidos, um total de R$ 2.107.606,32 (Dois Milhões, Cento e Sete Mil e Seiscentos e Seis Reais e Trinta e Dois Centavos) para realização de um Plano Conceitual do Parquie Urbano da Orla do Guaíba no Trecho compreendido entre a Usina do GasÔmetro a norte, o arroio Cavalhada ao sul, as avenidas Edvaldo Pereira Paiva, Icaraí, e Diário de Notícias a Leste e o Lago Guaíba a Oeste, e os Projetos Executivos, com aproximadamente 56,7 hectares.

Daí alguém poderia perguntar, tá, mas isto é barato ou caro? Para a gente ter uma noção de preço, consultei um site que não deve dar algo tão distante da realidade de mercado, um site que todos podemos consultar do IAB-ES. Para a minha total surpresa, em uma simples consulta, inserindo um valor de 20% de BDI para Lucro mais 25% de impostos, o total para fazer todas estas etapas somaria pouco mais de R$ 761.000,00 (Setecentos e Um Mil Reais), menos da metade... tudo bem que o Jaime Lerner é reconhecidamente um profissional diferenciado, mas será que é TÃO diferenciado assim?
Fica aqui o manifesto de que uma licitação poderia ter economizado muito aos cofres público. Não só isso, considerando que o prazo de execução do contrato é de 150 dias, continuo aguardando quando o sr. arquiteto dará voz aos seus clientes, a população. Aliás, continuo aguardando na real um super projeto, por que por este valor, tem que ser, hein?
Ah... apenas mais um detalhes. Após mais algumas informações, entendi o porque da SPM estar meio de lado neste processo, deixando a coordenação para o GDA e SMAM. O coordenador do GT Orla é o arquiteto Marcelo Allet, aquele que estava envolvido nos processos de retirada de várias árvores da praça da Alfândega, bem como da Praça Otávio Rocha.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
Obtive no site da própria prefeitura, em consulta ao Diário Oficial, a confirmação dos valores envolvidos, um total de R$ 2.107.606,32 (Dois Milhões, Cento e Sete Mil e Seiscentos e Seis Reais e Trinta e Dois Centavos) para realização de um Plano Conceitual do Parquie Urbano da Orla do Guaíba no Trecho compreendido entre a Usina do GasÔmetro a norte, o arroio Cavalhada ao sul, as avenidas Edvaldo Pereira Paiva, Icaraí, e Diário de Notícias a Leste e o Lago Guaíba a Oeste, e os Projetos Executivos, com aproximadamente 56,7 hectares.

Daí alguém poderia perguntar, tá, mas isto é barato ou caro? Para a gente ter uma noção de preço, consultei um site que não deve dar algo tão distante da realidade de mercado, um site que todos podemos consultar do IAB-ES. Para a minha total surpresa, em uma simples consulta, inserindo um valor de 20% de BDI para Lucro mais 25% de impostos, o total para fazer todas estas etapas somaria pouco mais de R$ 761.000,00 (Setecentos e Um Mil Reais), menos da metade... tudo bem que o Jaime Lerner é reconhecidamente um profissional diferenciado, mas será que é TÃO diferenciado assim?
Fica aqui o manifesto de que uma licitação poderia ter economizado muito aos cofres público. Não só isso, considerando que o prazo de execução do contrato é de 150 dias, continuo aguardando quando o sr. arquiteto dará voz aos seus clientes, a população. Aliás, continuo aguardando na real um super projeto, por que por este valor, tem que ser, hein?
Ah... apenas mais um detalhes. Após mais algumas informações, entendi o porque da SPM estar meio de lado neste processo, deixando a coordenação para o GDA e SMAM. O coordenador do GT Orla é o arquiteto Marcelo Allet, aquele que estava envolvido nos processos de retirada de várias árvores da praça da Alfândega, bem como da Praça Otávio Rocha.
Arquiteta e urbanista Eliana Hertzog Castilhos
CAU - até quando as empresas ficaram impedidas de trabalhar...
Caros colegas de profissão, a CAU, fecha hoje 1 mês de existência e inexistência. Explico melhor para quem não entendeu, as empresas como a nossa estão impossibilitadas de emitir RRT´s, ou seja não posso dar continuidade nos serviços.
Tentei hoje novamente entrar no sistema CAU, para emitir as minhas RRT´s, e quando fui tentar preencher os dados da minha empresa os campos: Registro Nacional, CNPJ, Razão Social e Objetivos da Empresa estavam bloqueados, mas quando tento alterar os dados que estavam vazios a minha surpresa os campos bloqueados eram obrigatórios, ou seja fiquei preso em um loop sem fim, não posso alterar os dados pois não tenho acesso aos campos e não posso usar os dados do sistema pois estavam todos em branco, parece piada...
Ai eu pergunto quem vai pagar o meu prejuízo?
Tentei editar o endereço e:
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
Tentei hoje novamente entrar no sistema CAU, para emitir as minhas RRT´s, e quando fui tentar preencher os dados da minha empresa os campos: Registro Nacional, CNPJ, Razão Social e Objetivos da Empresa estavam bloqueados, mas quando tento alterar os dados que estavam vazios a minha surpresa os campos bloqueados eram obrigatórios, ou seja fiquei preso em um loop sem fim, não posso alterar os dados pois não tenho acesso aos campos e não posso usar os dados do sistema pois estavam todos em branco, parece piada...
Ai eu pergunto quem vai pagar o meu prejuízo?
Tentei editar o endereço e:
Deu problema novamente mas desta vez foi direto...
Arquiteto e Urbanista Alan Cristian Tabile Furlan
Assinar:
Postagens (Atom)









